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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Marília Barbosa e Zé Kéti - Série Seis e Meia, ao vivo (1981)


01- Uma rosa em minha mão (Toquinho e Vinicius de Moraes)
02- Esse teu olhar/ Só em teus braços (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), com Zé Kéti
03- Você não me ensinou a te esquecer / Senhora meretriz (Fernando Mendes/Marilia Barbosa e Fernando Mendes)
04- Estrela cine-teatro (Fernando de Oliveira e Rosa Passos)
05- Caso você case (Vital Farias)
06- Torturas de amor (Waldick Soriano)
07- Olha (Roberto Carlos e Erasmo Carlos)
08- O circo (Sidney Miller)
09- Minha namorada / Mascarada (Carlinhos Lyra e Vinicius de Moraes/ Zé Kéti e Elton Medeiros), com Zé Kéti
10- Máscara negra (Zé Kéti), com Zé Kéti

Piano: Darcy de Paula
Contrabaixo: Fred da Costa
Bateria: João Cortez
Cavaquinho: Luiz Carlos
Violão: Niltinho
Percussão: Mazinho
Direção: Paulo Cesar Soares

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sábado, 21 de junho de 2014

Johnny Alf e Zezé Motta - Projeto Pixinguinha, ao vivo (1978)


01- Oxum (Johnny Alf), Johnny Alf e Zezé Motta
02- Croula (Moraes Moreira), Zezé Motta
03- Babá Alapalá (Gilberto Gil), Zezé Motta
04- Ilusão à toa (Johnny Alf), Trocando em miúdos (Chico Buarque e Francis Hime), Rapaz de bem (Johnny Alf), Johnny Alf e Zezé Motta
05- Anunciação (Johnny Alf), Johnny Alf
06- Céu e mar (Johnny Alf), Johnny Alf
07- Sai da frente, Eu e a briza (Johnny Alf), Johnny Alf e Zezé Motta
08- Dores de amores (Luis Melodia) Zezé Motta e Johnny Alf
09- Postal de amor (Fagner), Zezé Motta
10- Magrelinha (Luis Melodia), Zezé Motta
11- Rita Baiana (John Neschling e Geraldo Carneiro), Zezé Motta
12- Xica da Silva (Jorge Ben), Zezé Motta
13- Dengue (Leci Brandão), Oxum (Johnny Alf), Zezé Motta e Johnny Alf

Bateria: Magro
Baixos: Mini Paulo
Sax/Flautas: Márcio Pereira
Percussão: Marcos Palma
Direção: Arthur Laranjeira

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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Marília Barbosa - Trilhas Sonoras: Novelas dos Anos 70 (2014)


01- Tia Miquita  (Arthur Verocai/Paulinho Tapajós) 1971
02- Manequim (Antônio Adolfo/Tibério Gaspar) 1971
03- Destinos (Baden Powell/Paulo César Pinheiro) 1973
04- Uma rosa em minha mão (Toquinho/Vinicius de Moraes) 1974
05- Amor, amor (Sueli Costa/Cacaso) 1975
06- Berceuse (Victor Assis Brasil) com Trio Radamés Gnattali, 1975
07- Meu poeta, minha vida (Waltel Branco/João Mello) 1976
08- Caso você case (Vital Farias) 1976
09- O circo (Sidney Miller)1977
10- À sombra dos laranjais (José Jorge / Helvécio) 1977 
11- Não interessa (Catoni) 1977
12- Eu dei (Ary Barroso) com Bloco Pierrôs & Colombinas, 1977
13- Olha (Roberto Carlos/Erasmo Carlos) 1977
14- Antes que aconteça (Renato Teixeira) 1978

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Alessandra Maestrini – Drama’n Jazz (2012)


01- Help The Poor (Charles Singleton)
02- Deixa Estar (Cross My Heart)(Tim Maia em versão de Alessandra Maestrini), com Tiago Abravanel
03- The Man I Love George Gershwin e Ira Gerswhin)
04- Que Sorte Tenho Eu (How Lucky Can You Get (From Funny Lady)) (Fred Ebb e John Kander)
05- I Feel Good (I Got You) (James Brown)
06- Mon Coeur S’ouvre À Ta Voix (Camille Saint-Saëns em adaptação de Nelson Motta, Alessandra Maestrini e João Carlos Coutinho)
07- True Colours (Tom Kelly e Billy Steinberg)
08- You’re The Top (Cole Porter)
09- Onde (Alessandra Maestrini)
10- Trust Me (Bobby Womack)
11- Se Vacilar (Ana Carolina, Alessandra Maestrini e Torcuato Mariano)
12- I Love You (Eu Te Amo)(Antonio Carlos Jobim e Chico Buarque em versão de Alessandra Maestrini)
13- Você é o Mel (You’re The Top)
14- Round Midnight (Bernard Hanighen, Cootie Williams e Thelonious Monk), com Alexandre Elias

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Alessandra Maestrini sempre exerceu a arte de cantar no palco. Aplaudida por suas interpretações em musicais como Ópera do Malandro (na encenação de 2003 assinada pela dupla Charles Möeller & Claudio Botelho) e 7 - O Musical (2007 / 2008), a cantora paulista transpõe a teatralidade natural de suas interpretações para seu primeiro CD, Drama'n Jazz, nas lojas a partir de 3 de setembro de 2012 em edição da gravadora Som Livre. Tal dramaticidade se descortina já na faixa de abertura, Help The Poor (Charles Singleton), tema associado ao repertório do bluesman B.B. King. Contudo, ao contrário do que insinua seu título, Drama'n Jazz extrapola o universo jazzístico e teatral - opção estética exposta no eclético time de produtores que, entre nomes como Rodolpho Rebuzzi (piloto de seis das 14 faixas) e Mu Carvalho, inclui até Ana Carolina, parceira de Maestrini em Se Vacilar, a faixa mais descaradamente pop de um disco pontuado pela técnica exuberante da cantora. A extensão e os agudos da voz de Maestrini saltam aos ouvidos em I Feel Good (I Got You), música de James Brown (1933 - 2006) que a cantora traduz para a linguagem do jazz com a personalidade que falta em True Colors (Tom Kelly e Billy Steinberg), o cover reverente do sucesso de Cyndi Lauper já ouvido na trilha sonora da novela Ti Ti Ti (TV Globo, 2010 / 2011). (Mauro Ferreira

Zezé Motta - Negra Melodia (2011)


01. O sangue não nega (Luis Melodia / Ricardo Augusto)
02. Anjo exterminado (Jards Macalé / Waly Salomão)
03. Começar pelo recomeço (Luis Melodia / Torquato Neto)
04. Decisão (Luis Melodia / Sergio Mello)
05. Pano pra manga (Jards Macalé / Xico Chaves)
06. Mal secreto (Jards Macalé - Waly Salomão)
07. Soluços (Jards Macalé)
08. Onde o sol bate e se firma (Luis Melodia)
09. The archaic lonely star blues (Jards Macalé -Duda)
10. Vale quanto pesa (Luis Melodia)
11. Divina criatura (Luis Melodia / Papa Kid)
12. Encanto (Ligia Anel / Xico Chaves / Jards Macalé / Christianne Dardenne)

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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Marília Barbosa e Conjunto Chorando Baixinho (1984)

 
01. Jura (Sinhô)
02. Flôr do lodo (Ary Mesquita)
03. A polícia já foi lá em casa (Olegário Mariano e L. Cristobal)
04. Ave Maria (Vicente Paiva)
05. Gosto que me enrosco (Sinhô)
06. Tu qué tomá meu home (Ary Barroso e L. Mariano)
07. Os rouxinois (Lamartine Babo)
08. Ai ioiô (Linda Flôr) (H. Vogeler e Luiz Peixoto)
09. Um sorriso (Benedito Lacerda)
10. Tem francesa no morro (Assis Valente)

Conjunto Chorando Baixinho:
Maestro Hélcio Brenha: Saxofone, Arranjos, Regência
Israel Bueno de Almeida: Violão 7 Cordas
Xixa do Cavaco: Banjo e Cavaquinho
Mestre Arlindo: Violão 6 Cordas
Clodoaldo: Ritmo

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Marília Barbosa - Filme Nacional (2011)



01 - Manifesto (Mariozinho Rocha / Guto Graça Melo)
02 - Minh'alma (Dom Beto / Reina)
03 - Melodia Inacabada (Rita Lee)
04 - Como Um Sonho (Dom Beto)
05 - Filme Nacional (Márcio Proença)
06 - Olha (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
07 - Antes Que Aconteça (Renato Teixeira)
08 - Total Abandono (Djavan)
09 - Estória de Cantador (Djavan)
10 - Pour Pablito (João Mello / Dito)
11 - Coração de Candango (Egberto Gismonti / João Carlos Pádua)

Lançado originalmente em 1978.

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terça-feira, 12 de julho de 2011

Via Negromonte - Pura Eu (1998)


01- Beiramar (Canção folclórica)
02- Me leve (Kahled/El Arbi) Versão: Via Negromonte
03- Between (Via Negromonte)
04- Pura eu (Suely Mesquita)
05- Artista (Suely Mesquita)
06- Eat you (Caetano Veloso) Versão: Via Negromonte
07- Noite de São João (Fred Martins) sobre o poema de Alberto Caeiro
08- Harém de Lampião (Nico Nicolaiewsky e Aderbal Freire Filho)
09- Fazê o quê! (Pedro Luis)
10- Tremedeira (Guilherme Maia e Fred Goes)
11- Muito dinheiro (Ayub Ogada) Versão: Via Negromonte e Lui Coimbra
12- Imantra (Pedro Luis e Antônio Saraiva)
13- Om namah shivaya (mantra) improviso vocal: Via Negromonte
14- Salmo (Thar) música incidental: Campo de Hielo (J.M.Cayre)

Participação: Sivuca, Lui Coimbra, Religare e Marcos Suzano


Via começou sua trajetória artística muito cedo. Aos dezesseis anos já era solista do Teatro Palácio das Artes em Belo Horizonte. E foi neste mesmo período, que ganhou uma bolsa de estudos para o American Ballet, em Nova York, onde estudou Jazz, tornando-se bolsista do Alvin Ailey Dance Company. Mas foi entre as duzentas candidatas que concorriam ao West Side Story, na Broadway, que Via foi escolhida para interpretar "Anita" no musical. Durante o tempo que permaneceu trabalhando no espetáculo, Via esteve na Europa e começou uma temporada de seis meses em Paris no Teatre du Chatelet em 1981. Em Londres, participou dos vídeos clips para Nile Rogers, Peter Godwin, Martin Kahan, Grace Jones, fazendo a coreografia deste último, sob a direção de Jean-Paul Goude. Ao voltar de Nova York, no ano de 1982/3, Via passou a compor Pop-music, e fazer shows com influências de Rock, Blues e Pop em seu repertório, apresentando-se em CBGB'S, RITZ e THE RED BAR, em Manhattam. Via participou de outros musicais da Broadway, como; Mame (com Angela Lansbury), Off - Broadway (Gotta Dance, Tony Tanner), Dinne Theatre, "Can-Can", de Cole Porter e COTTON CLUB, de Francis Ford Coppola e de vários vídeo-clips e comerciais para a TV americana. Durante a apresentação de um show no Ritz, onde fazia a abertura para Billy Idol, surge o convite para gravar no Brasil. Esta era a oportunidade que Via precisava para voltar ao seu país. Em 1988, surpresa ao chegar no Brasil. Via grava dois LPs pela CBS Discos : Via Negromonte e Noites sem Dormir e recebe o Prêmio Revelação Sharp de Música. Em maio do corrente foi premiada "Melhor Atriz" no 22º Festival Guarnicé do São Luiz do Maranhão, por sua atuação em O Auto de Leidiana, de Rosemberg Cariri. No ano seguinte Via é convidada para atuar na novela Kananga do Japão, no qual fica conhecida no Brasil através do personagem "Madalena", exibida na extinta Rede manchete.Também participou da novela Ana Raio e Zé Trovão e Rosa dos Rumos. Após o nascimento de sua filha Sofia Helena, Via ficou um tempo afastado dos palcos para cuidar de sua vida pessoal, retornando no ano de 1997/99 para gravar o CD "Pura Eu", onde nesta mesma ocasião esteve divulgando seu trabalho em vários países, como: Cabo Verde, Angola, França, Portugal entre outros.

Em 2003 lançou Bossa Crioula, espetáculo que celebra a fusão entre duas culturas afrodescendentes, a brasileira e a caboverdiana. O ineditismo desse trabalho é mostrar um produto cujo brilho ressalte o hibridismo de irmãos, expondo-se assim as heranças culturais tão similares destes e de outros povos.
No ano seguinte montou o projeto Nôs Africa. Trata-se de uma performance com rítmos africanos, utilizando-se de recursos vocais e percussivos encabeçados por uma cantora e quatro músicos. As obras são cantadas em idiomas africanos [como o egípcio antigo, zulú, quimbudu, suáile, xambala, sucuna, Tongue, luba, kwa e mandê] mesclados com o vocabulário afro-brasileiro e algumas intervenções em português.
Estudiosa da cultura védica, lançou em 2010 o CD Priyamantra (canto adorado), com mantras em sânscrito. O CD é resultado de estudos realizados por Via Negromonte na Índia, no Nepal e Brasil. No lançamento-recital, Via criou um ambiente musical propício para o relaxamento físico, mental e espiritual. Ela entoou saudações (bhajans, kirtans e cânticos védicos) assim como melodias autorais e tocou sitar, conduzindo o público a uma vivência de meditação. A apresentação contou com a participação do músico Sandro Ferreira.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Adriana Marques e Simone Rasslan - Rádio Esmeralda, o Espetáculo (2004)


01. Introdução
02. Quando esse nego chega (Haroldo Barbosa)
03. Chatanooga choo choo (Harry Warren e Mack Gordon)
04. Vinheta
05. A menina do subúrbio (Eduardo França e Paulo Coelho)
06. Devolva-me (Renato Barros e Lilian Knapp)
07. É que nessa encarnação eu nasci manga (Luli e Lucina)
08. Killing me softly with his song (Norman Ginbel e Charles Fox)
09. Hino do Rio Grande do Sul (Joaquim José Mendanha e Francisco Pinto da Fontoura)
10. Negrinho do pastoreio (Barbosa Lessa)
11. No bom do baile (Barbosa Lessa)
12. Chalana (Mário Zan e Arlindo Pinto)
13. Padaria (Mário Manga)
14. As cantoras do rádio (João de Barro, Alberto Ribeiro e Lamartine Babo)
15. Jingle Schmitt (Adriana Marques e Simone Rasslan)
16. Ritmo da chuva (John Gummoe e Demétrius)

Rádio Esmeralda: uma saudade no ar...
Estava aqui trabalhando, acompanhada de meus fones de ouvido, quando resolvi escutar novamente um álbum muito especial: o CD com as 'mais mais' da peça teatral Rádio Esmeralda AM, uma comédia musical apresentada até julho passado pelas magníficas atrizes e musicistas gaúchas Simone Rasslam e Adriana Marques. Se não fosse a fatalidade ocorrida com Adriana, o espetáculo, que já contava com quase dez anos, certamente resistiria firme e seria apreciado por muitos anos ainda. Adriana faleceu prematuramente no dia 11 de julho deste ano. Foi diagnosticada hemorragia interna. Contava com 43 anos de idade e deixou marido, uma filha de 15 anos, uma excelente colega de palco e acima de tudo grande amiga, além de uma legião de fãs inconformados com o trágico destino de uma mulher admirável, que encantava a todos com sua simpatia e com sua bela e afinada voz. Hoje, ao ouvir o CD, senti imensa vontade de chorar. Tive que controlar, claro, devido estar em um ambiente coletivo e formal, mas se estivesse só, teria me debulhado em lágrimas até nas canções mais hilárias como Nessa encarnação eu nasci manga (Lulli e Lucina), Padaria (Wandi Doratiotto e Mário Manga), A índia e o traficante, entre tantas outras. Em Killing me soflty (Norman Gimble/Charles Fox), então, nem se fala: tive de ser forte. Nos espetáculos em que estive presente, sempre chorei durante essa canção, pois a união da linda e mais grave voz de Simone com a afinadíssima e aguda voz de Adriana dá a essa bela música um tom emocionante, perfeito, e é impossível que alguém não se sinta tocado por ela. No palco, as amigas interpretavam duas locutoras de uma rádio AM, representando um dia de programação. Erothyldes Malta (Simone) ficava sentada ao piano, tocando, cantando e interagindo com Cat Milleidy (Adriana), que ficava na mesa e no microfone ao centro do palco. As duas atendiam aos telefonemas dos ouvintes (e falavam mesmo, pois ligavam para dois ou três celulares da plateia), liam o horóscopo, cantavam as vinhetas, as músicas da programação, realizavam brincadeiras, entre outras performances. Levavam o público do riso às lágrimas. Pude assisti-las por três vezes, mas deveria ter ido mais, muito mais. A cada uma, havia algo de novo, além de poder rever atuações já conhecidas, mas que sempre me emocionavam como foi na primeira vez. Em todas essas ocasiões, tive a oportunidade de abraçá-las no camarim após o espetáculo. Mesmo cansadas, loucas para tomar um bom banho, jantar e descansar, as duas recebiam sorridentes e super simpáticas a todos os fãs que com elas quisessem trocar algumas palavras e tirar fotos. Numa dessas ocasiões, descobri que eu e Adriana somos conterrâneas. Falamos um pouco sobre nossa cidade. Incrível carisma! Não é à toa que era tão querida pelo público. Bem... Quem assistiu, assistiu; quem não pôde, infelizmente agora só poderá recorrer aos vídeos e ao CD da dupla. Acontecimentos como a partida de Adriana me fazem pensar muito na vida e na morte. Como pode uma pessoa na plenitude da vida, da carreira, do sucesso, cheia de planos e projetos, tão admirada por todos e tão realizada deixar este mundo assim, repentinamente? Como pode o destino fazer com que alguém como ela deixe aqui uma família, amigos e uma filha tão jovem? Não conhecemos a verdade absoluta, talvez nunca tenhamos a possibilidade de desvendá-la, então penso que resta nos conformarmos e crermos que aquela era a hora dessa adorável mulher. O melhor é mesmo acreditar que ela já tinha cumprido neste plano tudo o que lhe cabia. A nós que ficamos – familiares, amigos e admiradores –, resta termos sempre registrada em nossas mentes a imagem de uma mulher linda, forte, jovem, radiante, cheia de vida, alguém que tanto alegrou e emocionou nossas vidas com seu iluminado sorriso e sua inconfundível voz. Abaixo estão o link do site do espetáculo, dois vídeos da peça, a reportagem exibida no TeleDomingo na ocasião do falecimento de Adriana e algumas fotos.http://www.radioesmeraldaam.com.br/ (Gisele Schmidt Moitoso)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Lucinha Lins e Geraldo Flach - Mãe (2003)


01 - Pessoinha Querida (Geraldo Flach)
02 - Mamãe Eu Quero (Vicente Paiva e Jararáca)
03 - Xodó de Mãe (Martinho da Vila e Tião Motorista)
04 - Feminina (Joyce)
05 - Impaciência (Cláudio Lins)
06 - Mãe Oma (Geraldo Flach)
07 - Prá Mãe Tereza (Martinho da Vila e Beto Sembraço)
08 - Amor de Mãe (Geraldo Flach e Luiz Coronel)
09 - Mãe (Luiz Carlos Borges e Vinícius Brum)
10 - Ave Maria (Vicente Paiva e Jayme Redondo)

HOMENAGEM SINGELA 
A GERALDO FLACH.
DESENCARNADO HOJE.

Gringgo

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Zezé Motta - Frágil Força (1984)


01 - Negrito (Belizário - Paulinho Rezende)
02 - Pouco me importa (Ruy Guerra - Francis Hime)
03 - Carnaval de rua (Edil Pacheco - Paulo César Pinheiro)
04 - Angorá (Paulo César Feital - Irinéia Maria)
05 - Castigo (Marco Polo)
06 - Dança (Djalma Luz)
07 - Romântico (Zé Maurício - Elodi)
08 - Nega Dina (Capinan - Moraes Moreira)
09 - Prateia (Maria Carmen Barbosa)
10 - Frágil força (Luiz Melodia)

Participação: Grupo Água Marinha

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Marília Barbosa - Filme Nacional (1978)


01 - Manifesto (Mariozinho Rocha / Guto Graça Melo)
02 - Minh'alma (Dom Beto / Reina)
03 - Melodia Inacabada (Rita Lee)
04 - Como Um Sonho (Dom Beto)
05 - Filme Nacional (Márcio Proença)
06 - Olha (Roberto Carlos / Erasmo Carlos)
07 - Antes Que Aconteça (Renato Teixeira)
08 - Total Abandono (Djavan)
09 - Estória de Cantador (Djavan)
10 - Pour Pablito (João Mello / Dito)
11 - Coração de Candango (Egberto Gismonti / João Carlos Pádua)

Atriz e cantora. Em 1969, participou do disco "Para Viver um Grande Amor", com músicas de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Baden Powell, e outros. Marília foi a primeira contratada da gravadora Som Livre (1971), numa época em que as trilhas eram encomendadas à compositores e gravadas na própria Som Livre. Assim, foi intérprete de inúmeros sucessos de telenovelas como Manequim ("O Cafona"), Tia Miquita ("Minha Doce Namorada"), Destinos ("O Semideus"), Uma Rosa em Minha Mão ("Fogo Sobre Terra"), Amar, Amar ("O Grito"), Meu Poeta, Minha Vida ("O Feijão e o Sonho"), Caso Você Case ("Saramandaia"), O Circo, Não Interessa, e À Sombra dos Laranjais (três músicas na mesma trilha, em "À Sombra dos Laranjais"), Eu Dei ("Nina"), Olha ("O Astro") e Antes Que Aconteça ("Dancin' Days").
Em 1978, lançou seu primeiro álbum solo: "Filme Nacional". Em 1982, apresenta-se com Zé Ketti na Sala Sidnei Muller.Em 1984, apresenta, na Sala Sidnei Muller, no Rio, e na Sala Guiomar Novaes, em São Paulo, o show "Linda Flor", com a participação especial de Aracy Cortes. Realiza também os shows "Carnavalesca" (1987), "Cordão dos Puxa Saco" (1989), além de shows com Luiz Eça, e em diversas cidades brasileiras. Em 1990, Marília conheceu o compositor Paulo Debétio, que revelou que desejava há tempos fazer um disco só de boleros modernos. Debétio convidou então Marília para a gravar o CD. Nasceu assim o disco "Música no Ar" (Paulitura - 2004). Em 23 de agosto de 2005, Marília se apresentou em um show em memória a Sérgio Bittencourt no Teatro João Caetano (RJ).Em 2006, Marília participou do programa "Rei Majestade", do SBT, cantando "O Circo" e "Jura". Em março de 2007, após ter vencido a "Coroa de Ouro", Marília volta ao programa e canta desta vez "Caso Você Case" e "Alô Alô Marciano". Em 2006/07, Marília protagonizou o musical "Aracy Cortes - A Rainha da Praça Tiradentes".

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Paulo Moura, Zezé Motta, Jorge Degas e Djalma Correia - Quarteto Negro (1987)


01 Folozinha (Marku Ribas / R. Amaral)
02 Sobre as Ondas (Jorge Degas)
03 Merengue (Adler São Luiz)
04 Festas da Xica (Paulo Moura)
05 Zumbi (Gilberto Gil / Wally Salomão)
06 Axé (Paulo Moura / Djalma Corrêa / Jorge Degas)
07 Brucutú (Jorge Degas / Djalma Corrêa)
08 Geísa (Roberto Guima)
09 A Quelé Menina (Djalma Luz)
10 Corta Jaca (Chiquinha Gonzaga)
11 Semba (Jorge Degas / Zezé Motta)
12 Lavadeira Blues (Paulo Moura)
13 Taisho-Koto (Djalma Corrêa)

Paulo Moura (Sax e clarinete)
Zezé Motta (Vocais)
Djalma Corrêa (percussão)
Jorge Degas (baixo, violão, vocais)

Nesse precioso projeto musical a voz de Zezé Motta, o sax e clarineta de Paulo Moura, as percussões de Djalma Corrêa, e o baixo solista e o violão de Jorge Degas fazem deste o mais interessante álbum embalado dentro dos eventos alusivos ao centenário da abolição, comemorado em 1988. Moderno, original, numa aproximação afro-jazz, o Quarteto Negro é um painel-síntese da música contemporânea do Brasil, reunindo três extraordinários instrumentistas e a excelente Zezé Motta. São nove músicas inéditas e a recriação de "Zumbi, A Felicidade Guerreira" - num registro em que o ritmo do alujá de Xangô foi estilizado pelo quarteto, com Djalma quebrando o elemento religioso e reorganizando o aproveitamento de atabaques e agogô rituais. Um repertório rico, com várias influências - "Folozinha" (Marku Ribas/ Reinaldo Amaral), por exemplo, é uma canção que mescla as formas das congadas de Minas, enquanto "Meregue" (Adler São Luiz) tem o ritmo caribenho e "Festas da Xica" (Paulo Moura) é um painel de ritmos nordestinos e "Semba" (Degas/Zezé) é uma recriação quase pós-pop do semba (e não samba) angolano, que na Bahia virou o samba de recôncavo. Duas homenagens: "Geisa", um blues do falecido Roberto Guima e "Quelé Menina" (Djalma Luz) homenagem a Clementina de Jesus misturando o candomblé angola da Bahia com o primitivo samba-carioca e o jongo. Finalmente o sempre erudito e Internacional Djalma Corrêa em "Taisho-Koto" faz um paralelo entre a escala nordestina e as sonoridades orientais (o taisho-koto é um instrumento japonês harmônico percussivo), na faixa mais livre e criativa de todas.

Vanessa Barum - Vanessa Barum (1996)


01 Lição de Astronomia - Herbert Vianna
02 Lady Jane (Mick Jagger/Keith Richards)    
03 Belíssima (Felisatti/Daiano - versão: Tavinho Paes)    
04 Resquícios (Christiaan Oyens)   
05 Desculpe, babe (Arnaldo Batista/Rita Lee)   
06 Ciúme (Guilherme Arantes)    
07 I never dreamed you’d leave in summer (Stevie Wonder)    
08 Bicho do lar (Carlinhos Brown)    
09 I pray (Chucho Mercham)    
10 Mil perdões (Chico Buarque)

Nascida em Brasília, foi criada na cidade de Porto Alegre, onde, em 1982, inicia sua carreira, como modelo, participando de comerciais e campanhas publicitárias, entre elas, o das lentes de contato Bausch&Lomb. Em 1985, ainda na capital gaúcha, apresenta, ao vivo, o programa diário, de vídeo-clipes “Clap-Clap”, na TV Guaíba, emissora local. Muda-se, no ano seguinte, para o Rio de Janeiro, e ao lado de Milton Guedes, Débora Blando, Tereza Seiblitz, Adriana Maciel, Lui Coimbra, Mongol e Zé Alexandre, por 5 anos participa dos musicais de Oswaldo Montenegro: “Os Menestréis”, “Aldeia dos Ventos”, “Mayã”, “Dança dos Signos” e “Noturno”. Entre os anos de 1989 e 1993 atua, também, em cinema e televisão, participando do curta-metragem “Mazel Tov”, das novelas “Barriga de Aluguel”, na TV Globo e “74.5 – Uma onda no ar” e da mini-série “O Farol”, estas, na extinta TV Manchete. Em 1993, estréia seu show solo, no Rio de Janeiro, quando conhece Guto Graça Mello, seu primeiro produtor. Ainda antes de tomar a decisão de se dedicar exclusivamente à música, em 1994, Vanessa protagoniza a peça “A Noiva do Condutor”, de Noel Rosa, dirigida por Karin Acyolli. Dois anos mais tarde grava seu primeiro CD, que leva seu nome, lançado pela Virgin Records. O potencial de sua voz, aliado a seu carisma, chamou atenção do público e da crítica, lotando a temporada de seu show de lançamento. A música “Belíssima” foi tema da personagem de Bruna Lombardi, na novela “O Fim do Mundo” e, no ano seguinte, a música “Resquícios” foi incluída na trilha sonora de “Malhação”, ambas da Rede Globo. Em 2001, lança seu segundo CD, “Água em Vinho”, produzido por Herbert Azul, no qual destaca sua fase autoral e conta com a participação de Geraldo Azevedo, na música “Bicho de 7 Cabeças”. Em 2002 e 2003, participa da peça “Raul fora da Lei”, ao lado de Roberto Bomtempo e da Banda M-743, sob a direção de José Joffily, viajando por todo o país. No ano de 2003, fixa residência em São Paulo, onde além de lecionar e coordenar o curso de canto da Learn Music Escola de Música e de dar início ao projeto de seu terceiro CD, também apresenta seu trabalho em shows, cantando suas composições, releituras de clássicos da MPB, como “Eu sei que vou te amar” e de músicas de Bruce Dickinson, Deep Purple e Jimi Hendrix, entre outras. Em 2004, seu novo site entra no ar e a preparação de seu mais novo clipe em animação, da música inédita "Não Vou Te Levar".

Zezé Motta - Chave dos Segredos (1995)


01 Paixão (Luiz Melodia)
02 Doce esperança (Roberto Mendes)
03 Direiro a vida (Ana Terra - Élton Medeiros)
04 Ter você comigo (Suely Corrêa - Jane Duboc)
05 Coisa feita (Paulo Emílio - Aldir Blanc - João Bosco)
06 Como la cigarra (Maria Helena Walsh)
07 Escrava Anastácia (Tony Bahia - Jota Maranhão)
08 Tema de amor de Gabriela (Tom Jobim)
09 Pepe (Daniel Lemaitre)
10 Chorinho (Irinea Maria - Suely Corrêa)
11 Quero porque quero (Marina Lima - Zezé Motta)
12 Sins (Adriana Calcanhoto)
13 Meu par (Suely Corrêa - Irinéa Maria)
14 Chave dos segredos (Timbauba)

Zezé Motta estudou no Tablado, curso de teatro de Maria Clara Machado. Começou sua carreira como atriz em 1967, estrelando a peça "Roda-viva", de Chico Buarque, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. Atuou, a seguir, em "Fígaro, Fígaro", "Arena conta Zumbi", "A vida escrachada de Joana Martine e Baby Stompanato", em 1969, "Orfeu negro", em 1972, e "Godspell", em 1974, entre outras. Iniciou sua carreira de cantora em 1971, apresentando-se como crooner das casas noturnas Balacobaco e Telecoteco (SP). Produzida por Guilherme Araújo, apresentou-se em show realizado no Museu de Arte Moderna (RJ). Em 1975, gravou, com Gerson Conrad, o LP "Gerson Conrad e Zezé Motta". Ainda na década de 1970, lançou os LPs "Zezé Motta" (1978) e "Negritude" (1979). Na década de 1980, lançou os LPs "Dengo" (1980), "Frágil força" (1985), e, com Paulo Moura, Djalma Correia e Jorge Degas, "Quarteto negro" (1987). Em 1995, gravou o CD "Chave dos segredos". Apresentou-se, representando o Brasil, a convite do Itamaraty, em Hannover (Alemanha), Carnegie Hall de Nova York (EUA), França, Venezuela, México, Chile, Argentina, Angola e Portugal. Em 2000, lançou o CD "Divina saudade", interpretando o repertório de Elizeth Cardoso, com arranjos e produção musical de Roberto Menescal e Flávio Mendes. Realizou show homônimo pelo Brasil, entre 2000 e 2002. Em julho de 2002, apresentou o espetáculo no Canecão, no Rio de Janeiro. Destacam-se, entre seus maiores sucessos como cantora, suas gravações de "Dores de amores" e "Magrelinha", canções de Luiz Melodia, "Trocando em miúdos" (Chico Buarque e Francis Hime), "Prazer Zezé" (Rita Lee e Roberto de Carvalho), "Crioula" (Moraes Moreira) e "Senhora Liberdade" (Wilson Moreira e Nei Lopes).